NFTs e Propriedade Digital: o Hype, a Realidade e o Futuro
(Patrocinado) Hoje podemos ver uma variedade enorme de produtos digitais ligados à tecnologia blockchain, como alguns dos vários oferecidos pelo site https://777bet.io/.
Porém, há muito mais nesse universo e algumas novidades implicam profundamente noutros campos muito importantes da nossa vida em sociedade. É o caso das NFTs e a propriedade digital.
NFTs são a forma em uma sigla, em inglês, para tokens não-fungíveis. Eles podem ser descritos como ativos digitais únicos e exclusivos, criptografados, que podem ser registrados e transferidos na blockchain.
Mas diferentemente das criptomoedas, as NFTs não são mutuamente intercambiáveis. Como dissemos acima, trata-se de ativos únicos no mundo digital e que podem ser adquiridos como propriedade.
Por isso, trata-se de um item digital único, que pode ser comprado ou ganhado, e depois pode ainda ser negociado em mercados digitais dedicados a isso.
Grosso modo, NFTs são uma forma de armazenar bens virtuais em mundos virtuais, como no metaverso.
Desde que foram criados, NFTs vêm se firmando como um meio para artistas e criadores de conteúdo monetizarem de maneiras inéditas suas criações.
Além disso, abre novos caminhos para que investidores possam investir em criações intelectuais e artísticas diversas.
E por conta disso, há vários debates em curso sobre propriedade digital na era das NFTs, que precisam superar um entusiasmo inicial com a nova tecnologia, além de apontar para as possibilidades do futuro.
Direitos autorais e NFTs: alguns apontamentos necessários
NFts geram grandes possibilidades de investimentos. Basicamente qualquer coisa pode ser transformada nesse item único no meio digital e registrado na blockchain, como uma foto, obra de arte, vídeo entre outros.
Artistas, por exemplo, podem lançar NFTs relacionados a alguma obra que forem lançar (como músicas ou produções audiovisuais, por exemplo) para angariar fundos para a sua produção, e investidores poderão lucrar com o sucesso dessa produção, ao investirem no token não-fungível do artista.
Porém, apesar das possibilidades, existem algumas questões importantes a serem resolvidas.
Uma delas diz respeito à própria volatilidade do mercado das NFTs, o que gera certa desconfiança nesse mercado.
Isso sem contar uma séria discussão sobre propriedade intelectual, no meio digital, que ganhou novo impulso com o lançamento das NFTs.
NFTs podem ser criados a partir de inúmeras plataformas, cada qual com suas características e possibilidades.
Depois do upload do arquivo que se tornará a NFT, que pode ser quase qualquer coisa, como imagens, vídeos e outros, é possível também determinar o recebimento ou não de royalties por vendas futuras.
A rigor, os direitos autorais sobre o que for colocado como NFT segue o que determina as legislações sobre o assunto segundo leis nacionais e acordos internacionais.
Mas ainda assim existem certos “buracos” legais que exigem alguma cautela, e já vêm sendo criticados por especialistas e produtores de conteúdo.
Propriedade Digital
Antes de prosseguir, devemos esclarecer aqui o que é o conceito de propriedade digital. Define-se propriedade digital como uma coleção de ativos em TI que capacitam processos de negócios e operações de suporte.
Trata-se de um tema fundamental quando se trata do futuro das transações na internet. Sobretudo se considerarmos a evolução da Web 2.0 para a Web 3.0, na qual “possuir” coisas no espaço virtual se torna uma realidade tangível.
Podemos dizer que as NFTs, e sua possibilidade de registrar um item único e exclusivo no mundo virtual e que pode ser negociado significa também uma possível evolução nesse sentido.
Grosso modo, poderá ser um mecanismo para se afirmar a propriedade digital, comprovando-a e evitando violações de direitos autorais, entre outros.
Um grande debate no mundo dos criadores de conteúdo
Existe um conjunto de questões presentes no debate sobre as NFTs atualmente, e que envolve artistas e criadores de conteúdo na internet.
Embora sejam reconhecidas muitas vantagens e possibilidades, há ainda certos pontos importantes que geram dúvidas e algumas inseguranças.
É uma opinião geral difundida nesse meio que as NFTs ainda têm algum espaço para fraudes e plágio.
Alguns especialistas apontam para vácuos legais, que ainda geram confusões entre investidores e produtores de conteúdo.
Até hoje, é comum que pessoas que recorrem às NFTs não tenham pleno conhecimento do que significam direitos autorais, do ponto de vista jurídico.
De toda forma, NFTs permitem a artistas e outros produtores de conteúdo o acesso a muitos recursos que podem ajudá-los a preservar seus direitos autorais nos espaços virtuais.
Artistas famosos ou anônimos podem criar canais diretos de negociação entre eles e consumidores e investidores nas suas obras, além de criarem registros que não poderão ser alterados na blockchain.
De toda forma, um suporte legal mais robusto e um conhecimento maior sobre as inovações e recursos das NFTs devem ser o próximo passo na sua evolução, de maneira que essas importantes inovações se sobreponham ao hype inicial da sua chegada.
Credibilidade ainda é uma questão
Como dissemos, as NFTs operam na blockchain, da mesma maneira que as criptomoedas. A princípio isso é uma boa notícia, já que, como sabemos, esse sistema descentralizado e criptografado permite uma segurança e imutabilidade nos registros, de maneira que informações possam ficar gravadas com total segurança.
Porém, no caso de NFTs, existem alguns poréns nesse sentido. As NFTs surgiram com a ideia de se disponibilizar arquivos diversos na blockchain, mas isso se mostrou bastante caro. Em vez disso, muitos optam por registrar somente as assinaturas no sistema, o que seria mais leve e viável.
Porém, ainda considerando essa questão, algumas empresas se restringem a hospedar o link da NFT na blockchain, o que pode ser um tanto temerário, uma vez que toda a informação se perde caso o link seja derrubado.
Dessa forma, existe um problema significativo de credibilidade tocante às NFTs pensando em investimentos futuros, uma vez que seu funcionamento é bem menos previsível que o das criptomoedas. Assim, há ainda bastante o que se evoluir nessa inovação.