O paraíso se torna uma prisão: os Emirados Árabes Unidos proíbem cidadãos não vacinados de deixar o país

De acordo com as agências de gerenciamento de crise dos Emirados Árabes Unidos, apenas emiradenses totalmente vacinados e com as doses de reforço terão permissão para deixar o país.

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RIO DE JANEIRO, BRASIL – O Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional dos Emirados Árabes Unidos, em parceria com a Autoridade Nacional de Gestão de Crises e Desastres de Emergência, anunciou hoje que cidadãos não vacinados dos Emirados Árabes Unidos serão proibidos de viajar ao exterior a partir de 10 de janeiro de 2022.

De acordo com as agências de gerenciamento de crise dos Emirados Árabes Unidos, apenas os emiradenses totalmente vacinados e com as doses de reforço terão permissão para deixar o país.

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Isenções podem ser feitas para aqueles que não podem tomar a injeção por motivos médicos, bem como “casos humanitários” e viajantes que procuram tratamento médico no exterior, disseram as agências.

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Emirados Árabes Unidos UAE (Reprodução de foto da internet)

Os Emirados Árabes Unidos estão longe de ser o primeiro estado a restringir viagens com base no status de vacinação. No entanto, a maioria dos países que o fizeram formularam seus regulamentos para impedir que os não vacinados entrem em seus países, em vez de proibi-los de sair.

A questão do que significa ser ‘totalmente vacinado’ contra COVID-19 tem sido um obstáculo para os governos que tentam adotar um conjunto coerente de regulamentos, uma vez que nações como Israel tornaram obrigatória a injeção de reforço, retirando dos cidadãos anteriormente considerados totalmente vacinados os seus passaportes de vacina, e deixando outros países em um estado de transição, pois são forçados a depender dos caprichos de governos estrangeiros para redigir suas leis.

Os Emirados Árabes Unidos relataram 2.556 novos casos de coronavírus no sábado, elevando o número total para 764.493, e registraram uma morte atribuída a “complicações da COVID-19”. 2.165 pessoas morreram com o vírus no país desde o início da pandemia, enquanto 745.963 se recuperaram.

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